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Diário Oficial : Programa socioambiental da Cedae dobra número de apenados
em 22/10/2019 11:57:02 (233 leituras)


O Governo do Estado, por meio da CEDAE, assinou com a Fundação Santa Cabrini, nesta segunda-feira (21/10), a contratação de mais 500 apenados do sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro. São homens e mulheres que atuarão em setores administrativos, operacionais, serviços de copa, limpeza e conservação de prédios, produção de uniformes e recuperação ambiental dos mananciais hídricos. Com os novos contratados, a Companhia passará a ter em seus quadros um total de 1 mil pessoas em cumprimento de pena.


 A ação faz parte do Replantando Vida, programa socioambiental da CEDAE que tem como objetivo dar oportunidade de trabalho e capacitação a pessoas em cumprimento de pena.


 – É a maior empresa em contratação de mão de obra extramuro do Brasil, com baixo índice de reincidência, cerca de 75% dos participantes conseguem reinserção na sociedade. O trabalho e a capacitação são pontos importantes no processo de ressocialização. O Programa está dobrando o número de oportunidades e qualificação profissional, serão mil apenados em atividade remunerada dentro da Companhia – destaca Hélio Cabral, presidente da CEDAE.


O principal mérito do Programa é a sua capacidade de ressocialização, seja em áreas administrativas ou em um dos sete viveiros florestais mantidos pela Companhia em todo o Estado do Rio. Juntos, eles têm capacidade instalada de produção de 1,8 milhão de mudas por ano – todas elas produzidas pelos próprios apenados do Replantando Vida.


–  Essa oportunidade que a CEDAE nos deu foi única. Ela mudou a visão que eu tinha sobre a natureza. Antes, achava que as árvores serviam apenas para melhorar a qualidade do ar e deixar as nossas cidades mais bonitas. Hoje vejo que são muito mais do que isso. Sem elas não há vida – afirma Rodrigo, de 30 anos, participante de uma das ações de preservação ambiental, especialmente junto aos corpos hídricos que a CEDAE utiliza.


Já Alexandra, que trabalha na oficina de costura produzindo uniformes da CEDAE, destaca a importância que vê nessa oportunidade de ressocialização:


 –  Nem mesmo minha família acreditava em mim... Isso mudou depois que reconheceram que posso até ter emprego de costureira, quando voltar para casa – orgulha-se.

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