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Notícias
Diário Oficial : Rio de Janeiro sedia seminário sobre gás natural
em 14/08/2019 12:34:14 (26 leituras)


 O Rio de Janeiro sedia o ‘Seminário sobre Gás Natural’, um dos fóruns mais relevantes sobre o setor no país, nessa quarta e quinta-feira (14 e 15/08). Organizado a cada dois anos pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), a edição de 2019 abordará o tema “Abertura, competitividade e transição para o novo mercado de gás”. O Rio de Janeiro é pioneiro ao liderar as discussões sobre a abertura do mercado de gás no Brasil e, segundo dados do Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais, a iniciativa vai permitir a atração de novas empresas para o território fluminense que é, atualmente, responsável por 54% da produção brasileira.


 

 - O Estado do Rio de Janeiro hoje é uma referência para os demais estados brasileiros. Outras agências reguladoras e secretarias de desenvolvimento estaduais têm nos procurado para que haja uma sinergia. Nesta primeira etapa, o Rio de Janeiro, além dos organismos federais como, por exemplo, o Ministério de Minas e Energia, Petrobras, ANP, EPE, estão trabalhando em conjunto para o estabelecimento do novo mercado de gás natural. Outras indústrias também nos procuraram para entender melhor o processo de desapropriação e construção dos próprios gasodutos. Em nosso território, haverá a possibilidade de instalar mais termelétricas, além de outras indústrias, como da cerâmica, do papel, automotiva, todas que utilizam o gás natural como seu insumo - disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais, Lucas Tristão

 

 Para a subsecretária de Óleo e Gás, Cristina Pinho, o principal ganho para o estado é a possibilidade de geração de emprego e renda a partir dos novos empreendimentos.

 

 - Quando existe um ambiente que promove que a energia, de alguma forma, fique mais barata que é hoje, você atrai investimento de indústrias. Um exemplo disso seriam as termelétricas que podem se instalar aqui, gerando energia elétrica mais barata para futuros demandantes. Outro ponto a partir deste cenário é toda a cadeia de consumo intensivo de gás natural: vidro, fertilizante, siderúrgica, cerâmica, entre outros. O Rio de Janeiro ganha quando ele atrai novos parques industriais, empresas consumidoras de gás e, com isso, gera emprego e aumento da renda – salientou Cristina.

 

 

Estado alinhado com o Governo Federal

 

 No mês passado, o Governo Federal anunciou o programa “Novo Mercado de Gás” e a criação do Comitê de Monitoramento da Abertura de Mercado de Gás Natural (CMGN), que vai coordenar as ações para a quebra de monopólio do petróleo e gás natural. Alinhado aos pilares do programa nacional - promoção da concorrência, estimular a integração do gás natural com os setores elétrico e industrial, harmonização das regulações estaduais e federal e remoção de barreiras tarifárias, o Rio de Janeiro é visto como uma grande potência do segmento.

 

 - O que o Governo Federal espera com essas medidas é que, com o aumento da oferta diante de um ambiente competitivo de gás natural, se tenha uma redução de até 40%. O Rio é o maior produtor de óleo e, consequentemente, ele será o maior produtor de gás – ressaltou a subsecretária.
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