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Diário Oficial : Governo federal assume gestão da Segurança do Rio
em 19/02/2018 11:07:49 (347 leituras)




Ao lado do governador Luiz Fernando Pezão, o presidente Michel Temer assinou nesta sexta-feira (16), no Palácio do Planalto, em Brasília, o decreto de intervenção que delega ao governo federal a coordenação da Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro. Com a medida, que será apreciada pelo Congresso Nacional no início da próxima semana e terá validade até o dia 31 de dezembro deste ano, o atual comandante militar do Leste, general Walter Souza Braga Netto, assumirá o controle operacional das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e das secretarias de Segurança e de Administração Penitenciária.

- Para momentos extremos como o que nós estamos vivenciando, precisamos desta medida. Que a gente consiga, com essa união de esforços, vencer a criminalidade e a bandidagem no Rio de Janeiro – afirmou Pezão.

Segundo o governador, o estado tem urgência em receber o reforço federal para combater as quadrilhas de traficantes e milicianos, além de intensificar a repressão à entrada de armas no estado.

- Nós, só com a PM e a Polícia Civil, não estamos conseguindo deter a guerra entre facções e ainda com a presença de milícias. As estradas federais e as baías de Guanabara e Sepetiba são hoje rotas internacionais do tráfico. Se nós não contarmos com esse auxílio das Forças Armadas, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, com toda essa integração, é impossível combater a entrada de armas e drogas - disse.

O presidente destacou que a decisão tomada foi construída em diálogo constante com o governador. Em pronunciamento durante a cerimônia de assinatura do decreto, Temer frisou que as polícias e as Forças Armadas irão às ruas para combater e vencer o crime.

- Tomo esta medida extrema porque as circunstâncias assim exigem. O governo dará respostas duras, firmes e adotará todas as providências necessárias para enfrentar e derrotar o crime organizado e as quadrilhas – afirmou Temer, acrescentando ser intolerável haver mortes de inocentes e ver enterros de pais e mães de famílias, trabalhadores, policiais, jovens e crianças: – Não vamos aceitar que matem o nosso presente, nem continuem a assassinar o nosso futuro.

De acordo com o decreto, já encaminhado ao Congresso, o objetivo da medida “é por termo a grave comprometimento da ordem pública”. O texto estabelece que o general Braga Netto ficará subordinado ao presidente da República e que servidores dos órgãos do estado podem ser requisitados para ações de segurança pública.

Leia a notícia no Diário Oficial


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