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Diário Oficial : BAC apreende mais de 6,6 toneladas de drogas
em 21/09/2017 09:35:03 (329 leituras)


 

No Batalhão de Ações com Cães (BAC), da Polícia Militar, os animais estão lado a lado com policiais na repressão ao tráfico de drogas e de armas. O batalhão, que funciona em Olaria, na Zona Norte do Rio, conta com 219 PMs e 70 cães das raças pastor alemão e holandês, belga de malinois, rottweiler e labrador, que são preparados para farejar diversos tipos de drogas, armas e até pessoas.  O treinamento diário fez disparar o volume de entorpecentes recolhidos em 2017: foram 6.629,285 kg entre janeiro e julho deste ano. Em todo o ano de 2016, foram mais de 9 toneladas.

Segundo o primeiro-tenente do BAC, Felipe da Silva Rodrigues, com o faro muito mais apurado do que um ser humano, os cães são capazes de encontrar em operações o que os criminosos acreditam estar bem escondido.

– A diversidade de serviços em que o animal pode ser empregado aliada à preparação do homem que o está conduzindo resulta nos números que o BAC alcançou, retirando das ruas mais de 30 toneladas de drogas desde a sua criação, em 2011 – disse o policial, que destaca que a importância do trabalho dos cães no combate ao crime é a possibilidade de evitar o uso da violência.

Aptidão na escolha

A escolha dos animais que serão usados nas ações policiais começa desde cedo, quando os cães com maior aptidão para o serviço são identificados.

– Selecionamos os pais para que possam ter filhotes de qualidade – explicou o cabo Gabriel Chilico, que atua desde 2015 com o cão Heros nas operações.

Cães da Polícia Militar recebem treinamento diário

Após uma série de testes, o cão que tiver uma característica diferenciada dos outros é selecionado e passa por um trabalho para aumentar seu poder de caça para farejar armas, drogas, explosivos, cadáveres ou ser preparado para unidades de intervenção tática.

A partir da escolha, os cães passam por diversas fases do treinamento, que vão desde atividades com brinquedos até simulações de farejamento. Os policiais colocam o animal em contato com todos os possíveis percalços que ele pode encontrar em missões externas. Ainda assim, os adestradores tentam dar ao treinamento uma ‘cara de diversão’, para que o cão não fique enfadado e renda o máximo possível.

De acordo com os PMs, para lidar com tantos cães, é preciso gostar muito dos animais e tratá-los com cuidado, para que permaneçam no trabalho de caça às drogas e armas sem perder a sociabilidade.

Novo lar

A carreira de um cão farejador dura oito anos ou até o animal atingir dez anos de idade, nos casos dos cachorros que já chegam mais velhos ao BAC. Depois disso, os cães são aposentados do trabalho nas ruas e ganham um novo lar ao serem adotados pelos adestradores, que os levam para casa, ou por algum outro funcionário do Batalhão de Ação com Cães.

– Essa união cão e policial é imbatível. No meu caso foi uma realização pessoal. Eles só agregam ao nosso trabalho – contou o sargento Rogério Andrade da Silva, que trabalha há 15 anos diretamente com os cães no BAC.

Leia a notícia no Diário Oficial.

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