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Notícias
Diário Oficial : Cães auxiliam na proteção das unidades prisionais do estado
em 11/08/2017 11:39:46 (36 leituras)



Eles buscam materiais ilícitos, ajudam nas transferências e movimentações das unidades prisionais, contribuem para a ordem do sistema penitenciário e são os melhores amigos do homem. Essa é a tropa de elite que integra o Grupamento de Operações com Cães (GOC) da Secretaria de Administração Penitenciária.

O grupamento, criado em dezembro de 2007, é mais um aparato de segurança. Com sua base localizada no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, tem 10 cães, que são treinados no canil por 15 inspetores de segurança e administração penitenciária especializados na área. No espaço, o grupamento conta com boxes, sala de veterinária e centro de treinamento.

Os animais recebem acompanhamento diário, contam com alimentação especial e têm carga horária de trabalho.  Eles são treinados com recompensas e estímulos positivos, que podem ser um afago, petiscos, elogio ou brinquedos, geralmente bolinha ou mordente.

Normalmente, esses cães podem começar a trabalhar entre 1 e 2 anos, dependendo de cada animal. O tempo máximo de trabalho, de acordo a resolução da secretaria, é de seis anos.

Segundo o secretário de Administração Penitenciária, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, essa atividade é essencial para a pasta.

– Eles fazem parte da segurança do sistema penitenciário. Contamos com eles para o progresso da nossa secretaria –  afirmou o secretário.

exercícios

Diariamente, os cães realizam exercícios de intervenção e contenção em unidades prisionais, ataque e apoio em escoltas de transferências de presos. Os animais também participam de treinamento de  busca e recaptura na mata, além de aprenderem técnicas de faro para encontrar materiais ilícitos como celular, drogas, chips, entre outros. 

Um dos destaques do grupamento é o cão de detecção da raça American Starforshire, Machida, de seis anos. O animal é especializado em detecção de aparelhos de celular e  entorpecentes. Além disso,  foi o pioneiro na busca de chip de celulares no estado.

– Estamos sempre prontos para atuar. É um trabalho importante, pois o cão pode fazer o serviço de até cinco homens –  disse a chefe do Grupamento de Operações com Cães, Lucia Pimentel.

Leia a notícia no Diário Oficial

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