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Diário Oficial : Transportes têm setores de Achados e Perdidos
em 04/05/2017 09:35:39 (382 leituras)


 

Bolsas, documentos, guarda-chuvas e brinquedos: todos os dias, objetos pessoais e até valores em dinheiro são esquecidos em bancos de trens, metrôs, barcas ou nas plataformas de embarque. Todos os sistemas de transportes do Estado do Rio de Janeiro contam com serviço de Achados e Perdidos.

Trem - Para resgatar objetos e documentos perdidos nos trens ou estações da concessionária SuperVia, o passageiro deve ligar para 0800 726 9494, que dará as orientações sobre como recuperar o documento/objeto. Todos os itens são cadastrados no sistema da concessionária.

Os documentos ficam no setor por um período de 15 dias. Depois desse tempo, caso não sejam resgatados, são entregues aos Correios. Já os objetos permanecem no setor por sete dias e, caso não sejam recuperados, são doados para comunidades vizinhas à linha férrea.

Barcas - Em casos de perda de objeto nos terminais ou embarcações, o usuário deve se dirigir à Central de Achados e Perdidos, na Estação Praça XV. Outras opções: falar com a Ouvidoria pelo 0800 721 10 12; acessar o Fale Conosco no site www.grupoccr.com.br/barcas/fale-conosco; enviar um e-mail para  ouvidoria.ccrbarcas@grupoccr.com.br; ou preencher um Registro de Ouvidoria, disponível em todas as estações. Se não conseguir contatar imediatamente o dono do objeto perdido, a CCR Barcas cataloga os objetos e os guarda por um mês. Após esse tempo, os documentos vão para os Correios. Os itens de utilização pessoal e de higiene são descartados.

Metrô - Os usuários que perderam ou esqueceram algum objeto nos trens ou nas estações do MetrôRio podem entrar em contato pelos números 0800 595 1111 ou 4003-2111 ou dirigir-se ao setor de Achados e Perdidos, na Estação Carioca. Há ainda a opção de procurar qualquer colaborador da estação, que irá cadastrar o objeto e informar às demais áreas envolvidas. Todos os objetos, identificáveis ou não, são cadastrados e permanecem guardados por 60 dias. O setor entra em contato com o usuário quando há identificação. Caso o objeto seja de valor, são solicitadas características físicas do usuário para que seja realizada uma checagem por meio de imagens de câmeras.

Leia a notícia no Diário Oficial.

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