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Diário Oficial : Moradores de antigos galpões ganharão novas moradias
em 09/01/2012 08:50:11 (2678 leituras)



O Governo do Estado implodiu ontem galpões que por quase 10 anos serviram de moradia precária para 1.273 famílias. O local, onde no passado funcionou a fábrica da Cooperativa Central dos Produtores de Leite (CCPL), em Benfica, dará lugar a 688 apartamentos, que vão abrigar parte dos antigos moradores.

Além do conjunto habitacional, na área de 50 mil metros quadrados será construída uma praça arborizada, com espaço para recreação infantil e quadra poliesportiva. A previsão é que as obras terminem em oito meses.

A construção integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e será executada com investimento de R$54 milhões. Também estão previstas pavimentação, iluminação e drenagem pluvial.

- Agora vamos começar a construir esses apartamentos e dar uma vida digna a essas famílias. Havia grande violência nesse local, onde quatro mil pessoas viviam em condições insalubres. Estamos reconquistando locais abandonados e trazendo a paz, que é um sonho de todos nós - afirmou o vice-governador e coordenador executivo de Infraestrutura, Luiz Fernando Pezão.

Remoção de famílias começou em maio de 2011

Depois de cadastradas pelo Trabalho Social do PAC, coordenador pelo Escritório de Gerenciamento de Projetos da Casa Civil do Estado, as famílias que moravam nos galpões começaram a ser removidas em maio de 2011, sendo que 132 já receberam apartamentos no Complexo do Alemão, 207 optaram por compra assistida ou indenização e 688, que recebem aluguel social, vão morar no novo conjunto.




A pensionista Odete Maria Alves, 58, diz que a expectativa é grande para receber as chaves da nova casa.Ela morou nos galpões da CCPL por seis anos com dois dos quatro filhos - que também foram contemplados com apartamentos - e saiu de lá sem nenhum bem material.

- Quando chovia, entrava água e alagava tudo. Foi muito sofrimento, mas vai valer a pena quando recebermos o apartamento - disse a pensionista.

A filha dela, Aldione Alves, 34, afirma que as moradias vão oferecer mais qualidade de vida e segurança.

- Minha filha Vitória teve dengue quatro vezes em um ano. Sem contar que não havia segurança no entorno. Agora, sei que ela vai ter uma vida melhor - afirmou a doméstica.

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