Logotipo IOERJPágina Principal
terça, 29 de setembro de 2020
Entrar
Usuário:

Senha:

Lembrar-se



Esqueceu a senha?

Notícias
Diário Oficial : Restaurando o patrimônio para conservar a história
em 01/07/2016 09:26:55 (556 leituras)




O Palácio Laranjeiras está sendo restaurado desde 2012 com recursos da Petrobras e outras empresas. Quando as obras acabarem, até o final do ano, este patrimônio de inestimável valor histórico-cultural, será aberto à sociedade. Com visitas guiadas, o público poderá conhecer as histórias que o palacete das Laranjeiras conserva. A seguir, algumas delas.

Celebridades

A história do Laranjeiras é recheada de capítulos importantes para o Rio de Janeiro e o Brasil. Depois que foi comprado pela União, o palácio recebeu a atriz Kim Novak, o poeta Manuel Bandeira, o Papa João Paulo II, além de presidentes estrangeiros como Gabriel Gonzalez Videla, do Chile, e Harry Truman, dos Estados Unidos.

Pixinguinha e Ataulfo Alves foram recebidos pelo presidente Juscelino Kubitschek, assim como os americanos Louis Armstrong e Nat King Cole (foto) que chegaram a tocar no piano Steinway, que fica na Sala de Música.

O AI-5 assinado na biblioteca

Na Biblioteca do Laranjeiras, localizada no segundo andar do palácio, o presidente Arthur da Costa e Silva assinou o Ato Institucional nº 5, que cassava mandatos e suspendia direitos políticos de qualquer cidadão durante a ditadura militar. Na noite de 13 de dezembro de 1968, o ministro da Justiça, Luís Antônio da Gama e Silva, e o locutor oficial da Presidência da República, Alberto Curi (foto), fizeram o anúncio oficial na Sala Luís XIV, em uma mesa que hoje, fica no Fumoir (sala de fumo). Alguns anos mais tarde, Costa e Silva e Ernesto Geisel foram velados na mesa de oito pés, com tampo de mármore e folhas de ouro, da Biblioteca. O local era um dos preferidos de Eduardo Guinle, que construiu e decorou a casa, e guarda uma grande pintura do rei francês Luiz XIV, em tamanho natural, além do mobiliário inspirado no Rei Sol.

Dona Zoé contra as goteiras

O casal Antônio e Zoé Chagas Freitas (ao centro) morou no Palácio Laranjeiras entre 1979 e 1982, durante o mandato dele como governador. Encontrado em péssimo estado de conservação, o prédio foi restaurado pela primeira-dama que costumava ironizar o estado precário do prédio: “andamos de guarda-chuva dentro de casa”. O teto foi refeito e um alojamento para os empregados foi construído atrás da casa.

Além da Petrobras, outras 12 empresas custearam as obras de restauro do palácio: Ambev, Bradesco, Bradesco Seguros, Cedae, CSN Energia, Gás Natural Fenosa / CEG Rio, Eletrobras Furnas, Light, MRS Logística, Instituto CCR, EDF Norte Fluminense e Vale.

Leia a notícia no Diário Oficial.

Imprimir