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Notícias
Diário Oficial : Estado cria projetos sociais voltados para a população
em 07/05/2015 09:17:26 (639 leituras)



Criadas para atender à população em suas respectivas áreas de atuação, unidades policiais, de saúde e desportivas do Governo do Estado vêm abrindo as portas e colocando à disposição seus profissionais em prol de projetos sociais voltados para a comunidade, especialmente a que vive no entorno desses locais. Algumas dessas iniciativas já promoveram transformações nas vidas de quem decidiu aderir aos programas.

A aposentada Maria José Felix da Silva, de 68 anos, viu seu dia a dia mudar após começar a participar das atividades oferecidas no Centro Dia do Hospital Estadual Eduardo Rabelo, em Campo Grande. No espaço, ela descobriu um novo sentido para sua vida depois de passar por um processo de depressão por conta da morte do marido.


Fim da depressão

“Não tinha ânimo pra nada, não comia e só queria dormir. No Centro Dia, recebi muita atenção e carinho e fui me reerguendo. Hoje, faço ginástica, atividades para a memória e aula de dança de salão. Fiz muitas amizades, parei de tomar remédios para a depressão, recuperei minha alegria e autoestima e conquistei meu maior sonho: voltar a bordar. Tenho uma vida nova – disse a pernambucana, que frequenta o espaço do Governo do Estado, que atende a cerca de 220 idosos, três vezes por semana.


Aulas de alfabetização em comunidade

Moradora do Morro da Providência desde que nasceu, há 56 anos, Silvia dos Santos também está prestes a conquistar um sonho antigo: aprender a ler e a escrever. Aluna do projeto de alfabetização que a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Providência tem em parceria com o Sesi-RJ, Silvia segue firme há sete meses na busca de seu objetivo.

“Já perdi muitas oportunidades por não ter sido alfabetizada. Agora, já consigo formar palavras e somar números. Meu maior desejo é um dia poder ler a Bíblia”,  afirmou Silvia.

Sua professora é Raimunda da Silva, de 51 anos, ex-aluna do projeto. Há quatro anos, ela foi convidada para lecionar no espaço, que fica dentro da UPP.

“Os alunos começam tímidos, com vergonha de não saber ler e escrever, mas, aos poucos, se integram e vencem essas barreiras. Temos estudantes com mais de 80 anos e 90% deles moram na comunidade”, explicou a professora, que, atualmente, leciona para cerca de 40 pessoas.


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