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Diário Oficial : PM ocupa mais quatro comunidades da Maré
em 04/05/2015 09:29:04 (679 leituras)



A Polícia Militar ocupou, na sexta-feira (1/5), mais quatro comunidades do Complexo da Maré: Nova Holanda, Parque União, Rubem Vaz e Nova Maré. A partir de hoje, começarão a ser desencadeadas, nas localidades, ações estratégicas desenvolvidas pelo Comando de Operações Especiais (COE), que inclui o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Batalhão de Choque (BPChq), o Batalhão de Ações com Cães (BAC) e o Grupamento Aeromóvel (GAM).


A ação é a segunda etapa do processo de substituição das tropas da Força de Pacificação do Exército, que teve início em 1º de abril, quando a PM assumiu a segurança das localidades de Praia de Ramos e Roquete Pinto. 


A transição das tropas está acontecendo de acordo com o que foi estabelecido em protocolo assinado pelos governos federal e estadual, em janeiro deste ano. Todo o efetivo da Força de Pacificação será substituído por policiais militares até o dia 30 de junho.


– Foi uma operação muito tranquila, sem incidentes. Estamos entrando em comunidades estabilizadas, seguindo um planejamento estratégico baseado em ações de inteligência


– explicou o Relações Públicas da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Frederico Caldas.


No total, 369 PMs vão atuar nas quatro localidades. Desses, 200 são agentes da Companhia da Maré, que já vinham sendo preparados pelo Exército, desde novembro do ano passado, para fazer o patrulhamento e atendimento às ocorrências da região.


Praia de Ramos e Roquete Pinto têm reforço


Esta semana, chegarão às comunidades de Praia de Ramos e Roquete Pinto os 115 policiais que integrarão a primeira UPP do complexo, cuja base deverá ser inaugurada em julho. – Esses policiais passaram por uma capacitação e farão um trabalho de ambientação no terreno, já atuando nos moldes da polícia de proximidade – disse Caldas.


O trabalho de integração da polícia com a comunidade já vem sendo realizado há mais de dois anos.


– Um caminho de diálogo já foi pavimentado. Há aceitação dos moradores – afirmou Caldas. 

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