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Diário Oficial : UPAs batem a marca de 19 milhões de atendimentos no Estado do Rio
em 30/09/2013 10:40:47 (890 leituras)


As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) chegaram, na última semana, à marca de 19 milhões de atendimentos. Outros números expressivos também foram registrados. Quase 134 milhões de medicamentos foram distribuídos à população e 17 milhões de exames laboratoriais e de raios-X, realizados.

Criadas para ajudar a reduzir o fluxo nas emergências dos hospitais, as unidades têm cumprido seu papel, alcançando taxa de resolução dos casos atendidos superior a 99%, ou seja, menos de 1% dos pacientes precisou ser removido para outra unidade de saúde.

Mudança de cultura dos pacientes.

As 52 UPAs inauguradas no estado totalizam 208 leitos em salas de cuidados intensivos, 680 em salas de cuidados semi-intensivos e 413 consultórios.  Quem procura o serviço também conta com atendimento de pediatria, odontologia e clínica médica, além de exames laboratoriais, raios-X, sutura, gesso, medicação e nebulização.

A superintendente de Unidades Próprias da Secretaria de Saúde, Valéria Moll, afirma que a criação das UPAs provocou uma mudança de comportamento na população.

- Quando fui coordenadora da primeira UPA, a da Maré, conheci uma senhora, que tinha ido ao médico pela primeira vez em 60 anos de vida. Ela me contou que nunca conseguia ser atendida e sempre acabava se automedicando. Com a criação das UPAs, esta cultura mudou -, disse Valéria.

Projetos pioneiros na rede de saúde.

Para ampliar a qualidade no atendimento de emergência, a Secretaria de Saúde criou o projeto PAP-RIO que, em parceria com o Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (Iecac), encaminha vítimas de Infarto Agudo do Miocárdio ao instituto para serem submetidos à angioplastia primária com implante de stent, tratamento de ponta disponível em poucos hospitais do país. As UPAs de Copacabana, Tijuca, Botafogo, Engenho Novo e Penha participam da iniciativa.

Outro projeto é a aplicação de trombolítico, indicado para casos de Acidente Vascular Cerebral Isquêmico. Os pacientes que dão entrada com sintomas do problema são avaliados remotamente pela Central de Neurologia do Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV). Caso tenham o perfil de tratamento com trombolítico, são transferidos para o hospital.

Leia a matéria no Diário Oficial.

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