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Diário Oficial : UPPs geram reflexos positivos nos índices de criminalidade no estado
em 02/09/2013 11:28:47 (885 leituras)


 A política de pacificação do Governo do Estado, que tem como principal braço as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), vai muito além de tornar melhor a vida dos moradores de comunidades. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que, entre 2007 – ano anterior à implantação da primeira UPP, no Morro Dona Marta – e outubro de 2012 – quando a cidade já contava com 28 UPPs – alguns dos principais indicadores de criminalidade caíram de forma drástica. 


Segundo o ISP,  o auto de resistência (morte de criminosos em confronto com a polícia) foi o indicador que mais caiu no período: 69%, passando de 1.027 a 321. Os homicídios dolosos (quando há intenção de matar) sofreram decréscimo de 34%, passando de 4.563 a 3.028. Seguindo a mesma tendência, os roubos de veículos caíram 31% e o total de roubos (somando-se todos os tipos), 23%. Os roubos de rua foram reduzidos de 21%,  e as mortes de policiais em serviço, 41%. 

Indicadores como apreensões de drogas e prisões aumentaram, respectivamente, 36% e 84%. A comparação de 2007 com 2012 foi feita somando-se as ocorrências no Estado  do Rio e considerando o período de janeiro a setembro de cada ano.

Hoje, o Rio já tem 33 UPPs instaladas e 226 territórios retomados, com cerca de 8,5 mil policiais treinados, que beneficiam 1,5 milhão de pessoas. 

Incentivo ao trabalho.

De acordo com a avaliação da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), a combinação dos dois grandes pilares da política de segurança do estado – a pacificação e o sistema de metas da polícia, que determina os níveis de redução de criminalidade a serem alcançados – permite os resultados favoráveis.

Por sua vez, a grande redução dos autos de resistência pode ser explicada pela diminuição de armas de fogo circulando nas comunidades pacificadas.

A política de UPP tem, como principal objetivo, retirar as armas do cotidiano das comunidades. A ação contribui para a redução da possibilidade de confronto armado. 

Leia a matéria no Diário Oficial.
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