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Diário Oficial : Centro Estadual de Trauma do Idoso atinge a cirurgia de número 1.000
em 02/09/2013 11:24:04 (914 leituras)


 O Centro Estadual de Trauma do Idoso (Ceti) acaba de atingir a marca de 1.000 cirurgias realizadas. O patamar foi alcançado dois meses antes do primeiro aniversário do serviço, criado em outubro de 2012. Funcionando dentro do Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca, a unidade faz uma média de cinco procedimentos por dia, inclusive nos fins de semana e feriados, e já se tornou referência no atendimento a idosos com quadro de fratura de fêmur proximal.


Gerônimo José Antônio, 64 anos, foi o milésimo paciente operado. O aposentado se acidentou no domingo (25/8). A queda provocou uma fratura no quadril esquerdo. Devido à dor intensa, ele foi levado por familiares ao Hospital da Posse, em Nova Iguaçu. Ainda no mesmo dia, foi encaminhado para o Ceti, pela ambulância exclusiva do serviço.

Gerônimo foi operado na terça-feira (27/8), 48 horas após sua internação na unidade. O procedimento durou apenas 20 minutos. Com uma incisão de 10 centímetros na coxa, foi possível fixar a fratura através de placa e parafusos. 

- Para o idoso, é importante que a cirurgia seja menos invasiva -, explicou o coordenador médico do Centro Estadual de Trauma do Idoso, Marcos Correia.

A alta foi dada na quinta (29/8) e Gerônimo foi levado de ambulância para casa, onde continuará a recuperação. 

- É a primeira vez que quebro um osso e agradeço pelo atendimento que recebi. Os médicos são muito bons e a estrutura também. Tive um tratamento VIP -, afirmou o aposentado.

História bem-sucedida.

O Centro de Trauma começou a funcionar em outubro de 2012 recebendo pacientes referenciados de hospitais da rede estadual. Atualmente, várias outras unidades públicas de saúde em todo o estado fazem encaminhamentos para o Ceti. As cirurgias são realizadas em até 48 horas, o chamado tempo de ouro para o sucesso de todo processo. O protocolo para este atendimento referenciado foi criado para ser seguido com rigor e, assim, garantir o sucesso das cirurgias e recuperação do paciente. Para isso, o serviço conta com três ambulâncias exclusivas para fazer essa remoção rápida entre os hospitais.

Após a alta hospitalar, os operados recebem acompanhamento ambulatorial, inclusive com a realização de exames de imagem. As consultas acontecem até a consolidação da fratura.

Leia a matéria no Diário Oficial.
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