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Diário Oficial : Rede estadual de atenção materno e neonatal será ampliada
em 23/05/2013 09:52:00 (2022 leituras)


Uma das prioridades do Governo do Estado, o cuidado com a saúde da mulher gestante ganhará um reforço com a inauguração do Hospital Estadual da Mãe de São Gonçalo, prevista para o ano que vem. Com a nova unidade, o acesso da população feminina a um atendimento exclusivo e humanizado será ampliado. Duas instituições especializadas já servem de modelo na área: os hospitais da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, e o da Mãe, em Mesquita.

A previsão é de que mais 10 mil consultas e 800 partos sejam realizados mensalmente na nova unidade de atenção materna e neonatal. Usando como exemplo o hospital de Mesquita, a unidade de São Gonçalo contará com uma Clínica da Mãe, onde será feito o acompanhamento da gestante, orientação nutricional e planejamento familiar.

- Assim como as outras instituições, o núcleo de São Gonçalo irá oferecer serviços diferenciados para a gestante, a partir do pré-natal. As unidades voltadas à mulher ajudam também a desafogar o atendimento em maternidades de hospitais gerais - afirmou o coordenador de Maternidades da Secretaria de Saúde, Jorge Calás.

Juntos, os hospitais da Mulher e da Mãe realizam por mês cerca de 20 mil atendimentos, entre consultas, exames laboratoriais e de imagem, além de serviços especializados. Mensalmente, aproximadamente 900 bebês nascem nessas unidades. No Heloneida Studart, em três anos de funcionamento, foram mais de 11 mil nascimentos. Já na unidade de Mesquita, entregue em junho de 2012, foram feitos  3.702 partos até agora.

Humanização do serviço

Os cuidados com o ambiente e o acolhimento são os diferenciais dos hospitais especializados. Em São João de Meriti, mães de bebês que precisam permanecer internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) podem ficar hospedadas na Casa da Mãe. Outro projeto é o Método Mãe Canguru, no qual crianças prematuras trocam a incubadora em tempo integral pelo contato com o corpo da mãe.

Centro de tratamento de primeiro mundo

Os serviços do Hospital da Mulher vão além dos atendimentos obstétricos e das cirurgias ginecológicas. Há quase um ano, a unidade conta com o terceiro maior centro de tratamento de pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) do mundo.

A doença é identificada em mulheres que suspeitam de gravidez, mas que, na verdade, têm um tumor com potencial de se tornar maligno. No espaço, a vida de mulheres como Carolina Schubach são salvas através de tratamentos de  primeiro mundo.

- Descobri que estava com a doença em minha segunda gravidez. Recentemente, fui diagnosticada com NTG novamente, dessa vez depois que dei à luz ao meu terceiro bebê. Procurei o hospital porque já conhecia o tratamento de excelência - disse a estudante, de 31 anos.

Leia a matéria no Diário Oficial.

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