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Diário Oficial : Tratamento cardíaco de ponta chega a unidades estaduais
em 16/05/2013 09:25:14 (1453 leituras)




Uma das tecnologias mais modernas para o tratamento do infarto agudo do miocárdio já está disponível para os usuários da rede estadual de saúde. A angioplastia primária com implante de stent vem sendo utilizada no Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (Iecac), no Humaitá, em pacientes que têm o perfil para ser submetidos ao tratamento e são encaminhados por algumas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). Até agora, foram realizados cinco procedimentos, todos com sucesso.

A angioplastia primária consiste na desobstrução do vaso coronariano através de cateterismo e colocação de stent. Para realização do procedimento, é necessário que o tempo entre a entrada do paciente na UPA e a chegada ao Iecac seja de até duas horas. Por isso, é fundamental que o paciente procure uma unidade de saúde aos primeiros sintomas.

Profissionais recebem treinamento

- O  paciente com infarto pode ser tratado com trombolítico, que já é ministrado em todas as nossas UPAs, ou com a angioplastia. É importante que o profissional da UPA saiba identificar o que é indicado para cada caso, e é esse treinamento que estamos fazendo. O médico do Iecac visualiza de forma remota o eletrocardiograma do paciente e decide, juntamente com o médico da UPA, o que é mais adequado. Caso a escolha seja pela angioplastia, o paciente é transferido imediatamente para o Iecac, onde é feito o procedimento - explicou o coordenador do Núcleo de Cardiologia da Secretaria de Saúde, Victor Fonseca.

Projeto será estendido

Neste primeiro momento, as UPAs que participam do projeto, chamado de PAP-Rio, são Copacabana, Tijuca, Botafogo, Engenho Novo e Penha, mas há casos de encaminhamento de pacientes de outras unidades. A ideia é estender a iniciativa para toda a rede. A escolha das UPAs não foi aleatória. Foram consideradas a incidência de casos de infarto no estado e a facilidade de acesso ao Iecac.

O contato da UPA é feito diretamente com os profissionais do Núcleo de Cardiologia ou com o hemodinamicista de plantão no Iecac.

- Poucos hospitais do país oferecem esse tratamento, inclusive os particulares. No Iecac, será possível realizar a angioplastia primária em larga escala, já que temos uma demanda enorme de casos no estado - afirmou Victor.

Leia a matéria no Diário Oficial.

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